FORÇA JOVEM PIEDADE
JESUS CRISTO É O SENHOR
terça-feira, 20 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
O que aconteceu com “Amém, graças a Deus”?
Estejam sempre alegres, orem sempre e sejam agradecidos a Deus em todas as ocasiões. Isso é o que Deus quer de vocês. 1 Tessalonicenses 5:16-18
No início da minha fé, eu aprendi que quando sou injustiçado, humilhado, ignorado, mal-interpretado, julgado, desprezado, passado para trás por algum espertinho, alvo de fofocas e comentários maldosos, olhares tortos, repreendido, corrigido, maldosamente gozado, chamado disso ou daquilo — minha resposta deve apenas ser, “Amém, graças a Deus. Vamos em frente.” Quer dizer, confiança em Deus como Justo Juiz, humildade para aprender qualquer que seja a lição daquela situação.
Hoje em dia, porém, é frustrante ver a reação de muitos dos que se chamam da fé. Dizem: Isso não vai ficar assim. Quem ele pensa que é? Olha só o que fizeram comigo! Ela vai me pagar! Ele não perde por esperar… Mas eu não fiz nada de errado, não é justo! Até aqui fiquei calado, mas agora ele vai ver só… E coisas do tipo.
A atitude geralmente é de rebeldia, autodefesa, justificação, insatisfação, língua afiada, e de buscar alguém que concorde com a dor dele ou dela. Se há oração (“se”, pois muitos se esquecem do mais importante que é orar), é uma oração cheia de mágoa e sentimento de vingança, a qual Deus não ouve, é claro.
O velho “amém, graças a Deus” é cheio de significado e importância. O “amém” quer dizer “assim seja”, “seja feito desta forma”, “deixe estar”, ou “que seja assim”. Ou seja, eu não vou lutar para mudar isso. Não vou ficar me defendendo diante das pessoas, pois senão, faria delas meus juízes.
O “graças a Deus” quer dizer que reconheço que tudo o que Deus permite é bom para mim. Se Ele permitiu que aquela injustiça, calúnia, repreensão etc. me acontecesse, é porque eu posso fazer bom uso dela. Deus não é mau. As pessoas podem ser más, mas não Deus. Por isso, a Ele dou graças, e peço forças e sabedoria para aprender a lição.
Amém, graças a Deus.
Uma frase que tem se tornado cada vez mais rara no meio cristão.
P.S. Antecipando os que leem e nada entendem, esclareço que há uma grande diferença entre “se defender” e “combater o engano”. Falo acima sobre se defender diante de injustiças, calúnias etc. para benefício pessoal. Combater o engano significa expor as mentiras diabólicas que correm soltas e corrompem os incautos. É dever de todo cristão combater as mentiras, os enganos, e o mau-caratismo que suja a fé pura e o nome do nosso Senhor Jesus. Isso nunca deve ser feito para benefício pessoal, mas sim para benefício das pessoas quem vinham sendo ou poderiam ser enganadas.
De: http://www.bprenatocardoso.com/
segunda-feira, 12 de março de 2012
Eu me sinto…
…triste.
…fraco.
…com raiva.
…deprimido.
…envergonhado.
…magoado.
…traído.
…perdido.
…desprezado.
…ignorado.
…tímido.
…desanimado.
…solitário.
…confuso.
…revoltado.
Sim, e daí?
O que realmente importa não é o que você sente, e sim o que você vai fazer a respeito da situação.
Seja prático.
De: http://www.bprenatocardoso.com/
sexta-feira, 9 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
Violência da Fé Atrevida

A fé que pensa é atrevida, é violenta, é louca, é sobrenatural.
Violenta porque não se conforma em crer no Deus de Abraão e viver como Lázaro;
Violenta porque se recusa crer no Deus de Moisés e ainda viver como escravo dos egípcios;
Violenta porque rejeita crer no Deus de Josué e não se apossar de Suas promessas;
Violenta porque não admite crer no Deus de Gideão, ser chamado de irmão e estar sujeito às humilhações dos inimigos;
Violenta porque se crê que o Deus de Davi é o mesmo, jamais vai permitir que novos Golias prevaleçam;
Violenta porque se o Filho dEle já despojou os principados e potestades, então não admite que estes tenham mais domínio;
Violenta porque violenta meu ser por inteiro para apoderar-me do Reino dos Céus;
Violenta porque, apesar dEle Ser o Deus da Paz, prometeu que esmagaria debaixo dos nossos pés a Satanás. Romanos 16.20;
Violenta porque está permanentemente revoltada e em guerra contra as forças das trevas.
A violência da fé que raciocina é contra o mundo e o mundo contra quem a possui. Por isso, quem a possui constitui-se amigo de Deus e inimigo do diabo.
"Portanto, quem quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus." Tiago 4.4
De: http://www.bispomacedo.com.br/
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
A revolta do sábio

Era uma vez, numa terra distante, um sábio chinês e seu discípulo. Certo dia, em suas andanças, avistaram ao longe um casebre.
Ao se aproximarem, notaram que, a despeito da extrema pobreza do lugar, a casinha era habitada.
Naquela área desolada, sem plantações e sem árvores, viviam um homem, uma mulher, seus três filhos pequenos e uma vaquinha magra e cansada.
Com fome e sede, o sábio e o discípulo pediram abrigo por algumas horas. Foram bem recebidos.
A certa altura, enquanto se alimentava, o sábio perguntou:
— Este é um lugar muito pobre, longe de tudo. Como vocês sobrevivem?
— O senhor vê aquela vaca? Dela tiramos todo o nosso sustento — disse o chefe da família. Ela nos dá leite, que bebemos e também o transformamos em queijo e coalhada. Quando sobra, vamos à cidade e trocamos o leite e o queijo por outros alimentos. É assim que vivemos.
O sábio agradeceu a hospitalidade e partiu. Nem bem fez a primeira curva da estrada, disse ao discípulo:
— Volte lá, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali em frente e atire-a lá pra baixo.
O discípulo não acreditou.
—Não posso fazer isso, mestre! Como pode ser tão ingrato? A vaquinha é tudo o que eles têm. Se eu jogá-la no precipício, eles não terão como sobreviver. Sem a vaca, eles morrem!
O sábio, como convém aos sábios chineses, apenas respirou fundo e repetiu a ordem:
— Vá lá e empurre a vaca no precipício.
Indignado, porém, resignado, o discípulo voltou ao casebre e, sorrateiramente, conduziu o animal até a beira do abismo e o empurrou. A vaca, previsivelmente, estatelou-se lá embaixo.
Alguns anos se passaram e durante esse tempo o remorso nunca abandonou o discípulo.
Num certo dia de primavera, moído pela culpa, abandonou o sábio e decidiu voltar àquele lugar. Queria ver o que tinha acontecido com a família, ajudá-la, pedir desculpas, reparar seu erro de alguma maneira.
Ao fazer a curva da estrada, não acreditou no que seus olhos viram. No lugar do casebre desmazelado havia um sítio maravilhoso, com muitas árvores, piscina, carro importado na garagem, antena parabólica.
Perto da churrasqueira, estavam três adolescentes robustos, comemorando com os pais a conquista do primeiro milhão de dólares. O coração do discípulo gelou.
O que teria acontecido com a família?
Decerto, vencidos pela fome, foram obrigados a vender o terreno e ir embora. Nesse momento, pensou o aprendiz, devem estar mendigando em alguma cidade.
Aproximou-se, então, do caseiro e perguntou se ele sabia o paradeiro da família que havia morado lá havia alguns anos.
— Claro que sei. Você está olhando para ela — disse o caseiro, apontando as pessoas ao redor da churrasqueira.
Incrédulo, o discípulo afastou o portão, deu alguns passos e, chegando perto da piscina, reconheceu o mesmo homem de antes, só que mais forte e altivo, a mulher mais feliz, as crianças, que haviam se tornado adolescentes saudáveis. Espantado, dirigiu-se ao homem e disse:
—Mas o que aconteceu? Eu estive aqui com meu mestre uns anos atrás e este era um lugar miserável, não havia nada. O que o senhor fez para melhorar tanto de vida em tão pouco tempo?
O homem olhou para o discípulo, sorriu e respondeu:
—Nós tínhamos uma vaquinha, de onde tirávamos nosso sustento. Era tudo o que possuíamos.
Mas, um dia, ela caiu no precipício e morreu. Para sobreviver, tivemos que fazer outras coisas, desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos.
E foi assim, buscando novas soluções, que hoje estamos muito melhor do que antes.
(Autor desconhecido)
postado em http://www.bispomacedo.com.br/
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